Seja Bem Vindo ao blog da Pet da Plínio

Aqui você vai encontrar informações sobre saúde e bem estar do seu melhor amigo. Toda Semana novas dicas e notícias sobre cães e gatos postados pela veterinária da Pet da Plínio Dra Paula Becker.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Atenção Clientes da Pet da Plinio!

Nesta segunda quinzena de março  clientes do banho e tosa ganham  a cada  serviço um cupom para concorrer a um kit passeio - kit cata-caca para o cachorrinho e linda sombrinha para o dono!  O sorteio será realizado dia 7 de abril de 2012!

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

As Revisões das Consultas : Por que é importante retornar ao veterinário

No dia a dia dos atendimentos aos seus pacientes, o médico veterinário muitas vezes se depara com casos de animais que precisarão ir além da primeira consulta para que se obtenha um diagnóstico e conclusão de tratamento. Muitas doenças exigem um acompanhamento por alguns dias, ou mesmo meses. E quando se fala em problemas crônicos de saúde as revisões veterinárias são ainda mais indispensáveis.

A escolha de um tratamento por parte do veterinário e sua prorrogação ou suspensão de administração depende exclusivamente da resposta do paciente mediante a aquele período e dose. Assim muitos animais precisam ser avaliados periodicamente. A melhora clínica dos sintomas em algumas situações não é precisamente um fator de alta. Alguns exames podem ser solicitados pelo veterinário para que se diga em que momento pode-se determinar a cura e controle da doença.

Existem proprietários  que tendem a ignorar o pedido de retorno às clínicas. O que pode ocasionar prejuízo ao seu animal,  e consequentemente o retorno da doença, não ocorrendo a cura.  Em alguns casos o dono do animal tende a culpar os clínicos que já atenderam o seu bichinho por não conseguirem diagnosticar o que ocorria. Mas sempre vale lembrar: será que o proprietário retornou ao veterinário para informar que apesar do tratamento prescrito o paciente não melhorou? E será que ele se propôs a fazer de forma adequada o tratamento e os exames que seriam indicados pelo profissional?

A cura de um animal, ou controle no caso de doenças crônicas depende basicamente de 3 fatores: a resposta do organismo do animal,  o diagnóstico correto e a escolha do tratamento por parte do médico veterinário, e a colaboração e vontade de tratar o animal por parte do proprietário.

Ficam as dicas aos que amam seus animais: colabore com a saúde do seu bicho. Leve-o regularmente ao médico veterinário de sua confiança,  siga as suas orientações de cuidados e manejo, faça os exames solicitados sempre que possível, e retorne à clínica caso seja observada qualquer alteração. Mostre que você realmente se importa e adora seu bichinho!

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Alergia Alimentar em Cães e Gatos

Muito tem se falado sobre as alergias dos animais de estimação. O convívio próximo aos donos faz com que sejam observados com maior frequência os sinais alérgicos como coceira, lesões de pele e perda de pêlos. Porém outros sinais podem estar presentes em alergias, inclusive  naquelas  provocadas por alimentos.

A alergia a alimentos, sejam eles rações, petiscos ou comida caseira, pode ocorrer em qualquer raça ou idade. Sabe-se também, através de estudos, que um animal que sempre recebeu a mesma alimentação pode tornar-se alérgico a um de seus componentes devido a alterações no seu sistema imunológico. Por isso o médico veterinário pergunta nas consultas que alimentação o paciente vem recebendo.

Componentes proteícos como as carnes e  derivados de leite normalmente são os responsáveis pelas crises alérgicas em cães e gatos. Assim, um cão que esta recebendo há anos de uma mesma ração pode vir a tornar-se alérgico a algum produto que a compõe, necessitando que se realize a troca de alimento. Em gatos a situação também é bastante comum.

São sinais de alergia alimentar o vômito, a diarréia, alguns sinais respiratórios e o prurido (coceira). O prurido normalmente se apresenta em regiões de pouco pêlo (abdome, axilas por exemplo). Porém os sintomas podem aparecer de forma discreta, e as vezes de forma isolada, o que pode mascarar a doença.  O médico veterinário através da conversa com o proprietário, e realização de exames poderá descartar doenças que cursam com sintomas similares, como a alergia a insetos,  alérgenos presentes no ambiente como pólen e desinfetantes, sarnas, e também infeccões por bactérias e fungos. Só então poderá  se confirmar se o caso se trata de alergia a alimentos.

O tratamento consiste em controlar a coceira e outros sinais com o uso de anti alérgicos, e investigar qual componente alimentar está provocando o quadro. Uma dieta especial normalmente é recomendada podendo ser caseira ou industrial, com o uso de rações hipoalergênicas. O período de observação é de mais ou menos 2 meses a partir do início da  nova dieta. Se o animal apresentar melhora neste período pode-se comprovar que a dieta enterior era a responsável pelos problemas de saúde. Depois segue-se o controle por toda a vida do animal. O cuidador do cão ou gato deve evitar oferecer o alimento que leva à alergia. Existem ainda alguns exames  que  podem indicar a que susbstâncias o paciente tem alergia, através de reações da pele.

A nova dieta deverá respeitar a aceitação pelo paciente e pelo proprietário. A dieta caseira pode ser uma boa opção para aqueles animais com paladar mais exigente. Porém ao se optar pela comida deve-se respeitar a formulação prescrita pelo veterinário para se evitar a deficiência de vitaminas e minerais.

Vale lembrar que a alergia a alimentos pode estar associada a outras doenças, por isso leve o seu animal a um veterinário de sua confiança.  Mantenha a saúde do seu bichinho em dia!

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Alerta aos proprietários de animais!

Esta campanha é do conselho regional de medicina veterinária de Santa Catarina. Mas o alerta vale para todo Brasil. Confira se o profissional que está prestando um serviço é realmente médico veterinário e se realmente está inscrito e regular no Conselho regional de sua região. PREVINA-SE da atuação dos  CHARLATÕES!

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Horário Especial de Verão - Janeiro e Fevereiro

Nos meses de janeiro e fevereiro* estaremos atendendo em horário especial:

De segunda a sexta das 9:00 às 18:30
Sábado das 9:00 às 15:00 (JANEIRO)

* EM FEVEREIRO NÃO ABRIREMOS AOS SÁBADOS

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Lembrete Importante aos Clientes!

Nesta sexta - feira e sábado ( dias 9 e 10/12/2011) estaremos fechados.

Motivo: equipe veterinária em curso.


Retornaremos na segunda em horário normal.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Sarna Demodécica em Cães

A sarna demodécica, ou demodiciose, é uma doença causada pelo ácaro do gênero Demodex sp.

Demodex é um ácaro que  pode parasitar a pele dos cães, estando mais precisamente no interior do folículo piloso. Dentro do folículo, o ácaro desenvolve e se reproduz. Conforme cresce a população dos parasitos, o folículo piloso passa por lesões que levam a queda do pêlo e produção excessiva de gordura pela glândula sebácea. Além disso o animal acaba se tornando mais suscetível a ocorrência de infecções secundárias. Na fase inicial do quadro de demodiciose o animal  não costuma  apresentar coceira. Conforme ocorre a progressão é que os sinais de parasitismo se tornam mais evidentes aos proprietários com a perda de pelos, formação de lesões devido ao prurido, aumento de oleosidade da pelagem.

A contaminação dos cães nomalmente se dá até o terceiro dia de vida. A cadela  portadora transmite aos seu filhotes a sarna pelo contato direto durante a amamentação. Outros fatores genéticos como as imunodeficiências, ou seja a incapacidade de reagir contra o parasitismo pela sarna, também são relacionados a doença.

Os quadros  de  sarna demodécica costumam aparecer durante o primeiro ano de vida dos animais. Podem ocorrer de forma localizada ( focos de lesões) ou generalizada (quando grandes áreas do corpo são afetadas). Animais mais velhos estando imunodeprimidos ou sob condições de estresse também  podem manifestar a doença de forma mais tardia.

O diagnóstico é realizado através do exame clinico, histórico, e do exame de raspado cutâneo, onde o veterinário coleta material das áreas com alterações da pele. Esse material é examinado em microscópio sendo possível se observar a presença dos ácaros, em formas adultas, jovens e ovos.

O tratamento pode ser realizado com várias classes de medicamentos. Cabe ao veterinário avaliar que tipo de quadro está ocorrendo para definir o melhor protocolo.  A duração dos tratamentos é longa, podendo chegar a meses, até que ocorra remissão dos sinais e não se encontre mais o ácaro nos exames de pele.

É muito importante lembrar que a sarna demodécica é uma doença de controle, ou seja, na maioria das vezes os animais apresentam melhora clínica com os tratamentos, mas podem continuar  sendo portadores dos àcaros. Atualmente diversos novos tratamentos estão sendo utilizados com eficácia bastante alta.

A melhor maneira de prevenir a disseminação da demodiciose é evitar que animais portadores se reproduzam,  visto que os fatores genéticos de imunodeficiência  serão herdados por seus filhotes e a cadela irá transmitir aos filhotes os parasitos. Ao adquirir um filhote escolha um canil idôneo, que seja sério e não tenha animais doentes em sua criação.

Caso o seu cão esteja com algum problema de pele consulte um  médico veterinário de sua confiança!