Para que possamos começar a pensar sobre como podemos acabar com as infestações por pulgas é necessário que se compreenda que apenas 5 % das pulgas que estão presentes em um ambiente poderão estar presentes nos animais. O que quer dizer que para cada 5 pulgas que você encontra no seu cão ou gato existem mais 95 no ambiente.
O ciclo de vida das pulgas se resume em 4 fases: ovo, larva, pupa e adultos. A pulga adulta se reproduz e dispersa seus ovos no ambiente. Destes ovos saem as formas larvais da pulga, que irão se alimentar da poeira presente no local. Em seguida essas larvas passam por uma transformação se tornando Pupas (espécie de casulo) que após alguns dias se romperá e dará origem a uma pulga adulta.
Sempre que se desejar eliminar as pulgas do ambiente devem se exterminar todas as fases de desenvolvimento. Usar um produto no animal irá eliminar apenas as pulgas adultas. Para que se rompa o ciclo da infestação o ambiente deve ser tratado semanalmente. As formas de ovo e pupa são mais dificilmente exterminadas. O uso de inseticidas nos ambientes ou uso de vassoura de fogo (uso de chamas com um maçarico) será de grande validade para o extermínio destes estágios de desenvolvimento. O controle das infestações pode levar alguns meses se o número de pulgas for muito grande.
Atualmente para controle das pulgas nos animais pode se utilizar coleiras, produtos tópicos e os modernos comprimidos anti-parasitários (que agem de dentro do organismo para fora e não são eliminados pelos banhos)
Vale sempre destacar que o parasitismo por pulgas é a principal causa de coceira e alergia em cães e gatos.
Informe-se com um médico veterinário e tire as suas dúvidas.
Seja Bem Vindo ao blog da Pet da Plínio
Aqui você vai encontrar informações sobre saúde e bem estar do seu melhor amigo. Toda Semana novas dicas e notícias sobre cães e gatos postados pela veterinária da Pet da Plínio Dra Paula Becker.
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quinta-feira, 11 de junho de 2015
terça-feira, 26 de maio de 2015
Como descobrir o que causa as alergias nos cães? Teste Alérgico
As alergias podem ter diversos fatores causais nos animais. Os cães tem como principais agentes desencadeadores de alergias as picadas de ectoparasitos (pulgas, carrapatos) e alimentos. Animais com dermatite atópica também tendem a ter alergias devido a desencadeantes presentes no ambiente como ácaros, mofos, e também a bactérias e leveduras que habitam a sua própria pele.
Para que se possa descobrir o que está fazendo um animal apresentar os sintomas de alergia (coceira, vermelhidão na pele) é necessária uma avaliação bastante minuciosa do paciente pelo veterinário. Os sintomas e a época em que a alergia ocorre podem indicar sua causa. Usando produtos antiparasitários (contra as pulgas e carrapato) por um período longo e o animal não apresentando mais a alergia permite que se conclua que a causa é a picada dos pulgas e carrapatos.
A alimentação também deve ser testada no caso de cães nos quais já se excluiu que a alergia é provocada por parasitas. O uso de ração hipoalergênica deve ser feito por no mínimo 60 dias.
Quando excluídos os parasitas e alimentos, o animal alérgico precisa ser avaliado. Alguns animais se coçam quando há crescimento de bactérias e leveduras na pele. Quadro que deve ser avaliado quanto ao uso de antibióticos e produtos de efeito antisséptico na pele (shampoo, loções, cremes). Se mesmo com estes tratamentos não ocorre a remissão da coceira, é muito provável que o animal seja alérgico a fatores do ambiente como os ácaros e fungos ambientais - estes possuem em sua estrutura proteínas que no cão alérgico não são reconhecidas como inofensivas e desencadeiam as reações imunológicas de inflamação e prurido.
Os ácaros e fungos estão presentes em todos ambientes e a exposição aos mesmos não pode ser evitada, diferente dos fatores anteriormente comentados (parasitos, agentes infecciosos). Assim pacientes que são sensíveis a estes costumam ter sintomas alérgicos de forma contínua e crônica.
Para descobrir qual dos ácaros ou mofos estão provocando as alergias testes alérgicos podem ser realizados. O teste alérgico intradérmico é o mais confiável para uso em animais. É realizado com a injeção de extratos de ácaros e fungos no espaço intradérmico (dentro da pele) e após se verifica para quais extratos o animal desenvolveu uma reação alérgica. Este teste não permite que se teste alimentos, bactérias ou leveduras, ou ectoparasitos e só deve ser utilizado em cães previamente já avaliados quanto a estes fatores. É o ultimo passo para o diagnóstico.
O objetivo de realizar o teste não se foca apenas em descobrir o que está provocando a alergia, mas sim em desenvolver uma vacina que possa fazer com que o animal se dessensibilize frente aos alérgenos reduzindo os sintomas da alergia. Ou seja, é um dos passos para que se possa dar seguimento no tratamento com a imunoterapia (vacinas). Sendo assim o teste pode não ser interessante para proprietários de animais que não desejam realizar o segmento do acompanhamento com as vacinas - tratamento de uso contínuo, normalmente realizado de forma mensal até o final da vida do paciente. No caso da opção pela não realização das vacinas ocorre a necessidade da continuidade do uso de medicamentos para controle da alergia.
Na dúvida sobre o que provoca alergias no seu melhor amigo procure sempre um médico veterinário.
Paula Becker - Médica Veterinária
CRMV-RS 9909
Responsável Técnica Pet da Plínio
Para que se possa descobrir o que está fazendo um animal apresentar os sintomas de alergia (coceira, vermelhidão na pele) é necessária uma avaliação bastante minuciosa do paciente pelo veterinário. Os sintomas e a época em que a alergia ocorre podem indicar sua causa. Usando produtos antiparasitários (contra as pulgas e carrapato) por um período longo e o animal não apresentando mais a alergia permite que se conclua que a causa é a picada dos pulgas e carrapatos.
A alimentação também deve ser testada no caso de cães nos quais já se excluiu que a alergia é provocada por parasitas. O uso de ração hipoalergênica deve ser feito por no mínimo 60 dias.
Quando excluídos os parasitas e alimentos, o animal alérgico precisa ser avaliado. Alguns animais se coçam quando há crescimento de bactérias e leveduras na pele. Quadro que deve ser avaliado quanto ao uso de antibióticos e produtos de efeito antisséptico na pele (shampoo, loções, cremes). Se mesmo com estes tratamentos não ocorre a remissão da coceira, é muito provável que o animal seja alérgico a fatores do ambiente como os ácaros e fungos ambientais - estes possuem em sua estrutura proteínas que no cão alérgico não são reconhecidas como inofensivas e desencadeiam as reações imunológicas de inflamação e prurido.
Os ácaros e fungos estão presentes em todos ambientes e a exposição aos mesmos não pode ser evitada, diferente dos fatores anteriormente comentados (parasitos, agentes infecciosos). Assim pacientes que são sensíveis a estes costumam ter sintomas alérgicos de forma contínua e crônica.
Para descobrir qual dos ácaros ou mofos estão provocando as alergias testes alérgicos podem ser realizados. O teste alérgico intradérmico é o mais confiável para uso em animais. É realizado com a injeção de extratos de ácaros e fungos no espaço intradérmico (dentro da pele) e após se verifica para quais extratos o animal desenvolveu uma reação alérgica. Este teste não permite que se teste alimentos, bactérias ou leveduras, ou ectoparasitos e só deve ser utilizado em cães previamente já avaliados quanto a estes fatores. É o ultimo passo para o diagnóstico.
O objetivo de realizar o teste não se foca apenas em descobrir o que está provocando a alergia, mas sim em desenvolver uma vacina que possa fazer com que o animal se dessensibilize frente aos alérgenos reduzindo os sintomas da alergia. Ou seja, é um dos passos para que se possa dar seguimento no tratamento com a imunoterapia (vacinas). Sendo assim o teste pode não ser interessante para proprietários de animais que não desejam realizar o segmento do acompanhamento com as vacinas - tratamento de uso contínuo, normalmente realizado de forma mensal até o final da vida do paciente. No caso da opção pela não realização das vacinas ocorre a necessidade da continuidade do uso de medicamentos para controle da alergia.
Na dúvida sobre o que provoca alergias no seu melhor amigo procure sempre um médico veterinário.
Paula Becker - Médica Veterinária
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quarta-feira, 25 de junho de 2014
Shampoo para Cães e Gatos - como escolher
Existem disponíveis no mercado inúmeras marcas e fórmulas de shampoo para animais. Podemos dividi-los em fórmulas de uso frequente e de uso terapêutico.
Animais normais podem receber banhos de acordo com a sua necessidade ( de 1 vez na semana até banhos mensais) com o uso de shampoo de fórmulas de uso frequente - que contêm em sua composição uma base detergente (compostos que removem a sujidade e gordura) e em boas marcas podem ser acrescidos de produtos que tem efeito protetor do pelo, como os silicones por exemplo, e até mesmo substâncias emolientes, hidratantes ou restauradoras, por exemplo aminoácidos, derivados de proteínas, uréia, extratos vegetais, entre outros.
Peles ressecadas não podem receber produtos com poder desengordurante muito concentradas pois neste caso haverá uma remoção excessiva da gordura presente na pele e mais ressecamento levando a ocasionar coceira e descamação, além de remover a barreira natural contra bactérias e fungos. Já peles oleosas precisarão de substâncias desengordurantes mais ativas, para que quando se remova a gordura ocorra uma aproximação maior da condição normal da pele. Porém devido a grande gama de substâncias lipolíticas uma escolha inadequada pode remover demais ou de forma insuficiente o sebo, agravando as doenças de pele.
Uma vez que o animal apresenta alterações cutâneas e de pelagem apenas o médico veterinário pode indicar que shampoo trará maiores benefícios para a saúde da pele. Muitas vezes problemas são causados pela escolha errada.
Confie em quem é capacitado na saúde animal. Consulte sempre um médico veterinário de sua confiança!
Animais normais podem receber banhos de acordo com a sua necessidade ( de 1 vez na semana até banhos mensais) com o uso de shampoo de fórmulas de uso frequente - que contêm em sua composição uma base detergente (compostos que removem a sujidade e gordura) e em boas marcas podem ser acrescidos de produtos que tem efeito protetor do pelo, como os silicones por exemplo, e até mesmo substâncias emolientes, hidratantes ou restauradoras, por exemplo aminoácidos, derivados de proteínas, uréia, extratos vegetais, entre outros.
Peles ressecadas não podem receber produtos com poder desengordurante muito concentradas pois neste caso haverá uma remoção excessiva da gordura presente na pele e mais ressecamento levando a ocasionar coceira e descamação, além de remover a barreira natural contra bactérias e fungos. Já peles oleosas precisarão de substâncias desengordurantes mais ativas, para que quando se remova a gordura ocorra uma aproximação maior da condição normal da pele. Porém devido a grande gama de substâncias lipolíticas uma escolha inadequada pode remover demais ou de forma insuficiente o sebo, agravando as doenças de pele.
Uma vez que o animal apresenta alterações cutâneas e de pelagem apenas o médico veterinário pode indicar que shampoo trará maiores benefícios para a saúde da pele. Muitas vezes problemas são causados pela escolha errada.
Confie em quem é capacitado na saúde animal. Consulte sempre um médico veterinário de sua confiança!
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terça-feira, 12 de março de 2013
Novidades na Nossa Estética Canina
Neste mês de março passamos a oferecer novidades na estética.
Chegaram na Pet da Plínio a hidratação tropical Megamazon da Pet Society indicada para pelagens lisas - contém extratos de frutos da amazônia- e também a hidratação de chocolate da Pet society - máscara de hidratação com extrato de chocolate, colágeno, com efeito termoprotetor indicado para todos tipos de pelagem. O efeito de suavidade e brilho é visível na primeira aplicação.
Agende um horário para o seu cãozinho!
Chegaram na Pet da Plínio a hidratação tropical Megamazon da Pet Society indicada para pelagens lisas - contém extratos de frutos da amazônia- e também a hidratação de chocolate da Pet society - máscara de hidratação com extrato de chocolate, colágeno, com efeito termoprotetor indicado para todos tipos de pelagem. O efeito de suavidade e brilho é visível na primeira aplicação.
Agende um horário para o seu cãozinho!
Seborréia em Cães e Gatos
As seborréias são doenças que podem ter causas genéticas, as chamadas seborréias primárias, ou secundárias, em casos de estarem sendo associadas a outras doenças nutricionais, metabólicas ou endócrinas. O animal que é portador destas alterações tem uma disfunção na renovação das células da camada superficial da pele, o que faz com que libere maior quantidade de descamações de células do que um animal normal.
O ciclo de renovação da pele dos animais normais é de 21 dias em média. Porém animais que são seborréicos tem seu ciclo reduzido em mais da metade deste tempo. Assim são comuns as "caspas" formadas por restos de células mortas e a constante troca de pelos em cães e gatos com essa alteração. Este crescimento excessivo de microorganismos faz com que os pacientes seborréicos tenham normalmente odores desagradáveis no seu corpo e também nos ouvidos.
O acúmulo de descamações na pele pode servir de meio de crescimento para bactérias e fungos, por isso é comum encontrar animais com seborréia tendo também micoses e infecções bacterianas cutâneas. O tratamento das seborréias depende da forma que está se apresentando.
Quando a descamação vem seguida de ressecamento da pele podemos classificar a seborréia como seca. Quando a descamação é acompanhada de aumento de produção de oleosidade a seborréia é chamada de oleosa. Em alguns casos o animal pode ter um quadro misto, em algumas áreas tendo a pele oleosa e em outras não.
Medicamentos que "desaceleram" a renovação das células e desengordurantes podem ser utilizados a fim de se melhorar a apresentação da doença. Quando a pele é sensível e tende a ressecamento, fatores de hidratação podem ser necessários para que se evite a perda excessiva da gordura, que também tem efeito protetor e faz parte da barreira natural cutânea contra a desidratação e microorganismos.
Animais que possuem a seborréia primária passam a apresentar sintomas já na fase jovem adulta. Em casos de surgimento tardio (animais já adultos à idosos) normalmente a seborréia pode ter um caráter secundário à doenças endócrinas, deficiências nutricionais, ou mal funcionamento de algum orgão. Produtos de embelezamento da pelagem inadequados podem também levar a problemas na pele e pelagem. A água muito quente nos banhos também pode provocar a formação das "caspas".
Com o tratamento adequado a maioria dos pacientes caninos e felinos podem ter uma boa melhora na condição da pele seborreica. Procure um médico veterinário de sua confiança.
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O ciclo de renovação da pele dos animais normais é de 21 dias em média. Porém animais que são seborréicos tem seu ciclo reduzido em mais da metade deste tempo. Assim são comuns as "caspas" formadas por restos de células mortas e a constante troca de pelos em cães e gatos com essa alteração. Este crescimento excessivo de microorganismos faz com que os pacientes seborréicos tenham normalmente odores desagradáveis no seu corpo e também nos ouvidos.
O acúmulo de descamações na pele pode servir de meio de crescimento para bactérias e fungos, por isso é comum encontrar animais com seborréia tendo também micoses e infecções bacterianas cutâneas. O tratamento das seborréias depende da forma que está se apresentando.
Quando a descamação vem seguida de ressecamento da pele podemos classificar a seborréia como seca. Quando a descamação é acompanhada de aumento de produção de oleosidade a seborréia é chamada de oleosa. Em alguns casos o animal pode ter um quadro misto, em algumas áreas tendo a pele oleosa e em outras não.
Medicamentos que "desaceleram" a renovação das células e desengordurantes podem ser utilizados a fim de se melhorar a apresentação da doença. Quando a pele é sensível e tende a ressecamento, fatores de hidratação podem ser necessários para que se evite a perda excessiva da gordura, que também tem efeito protetor e faz parte da barreira natural cutânea contra a desidratação e microorganismos.
Animais que possuem a seborréia primária passam a apresentar sintomas já na fase jovem adulta. Em casos de surgimento tardio (animais já adultos à idosos) normalmente a seborréia pode ter um caráter secundário à doenças endócrinas, deficiências nutricionais, ou mal funcionamento de algum orgão. Produtos de embelezamento da pelagem inadequados podem também levar a problemas na pele e pelagem. A água muito quente nos banhos também pode provocar a formação das "caspas".
Com o tratamento adequado a maioria dos pacientes caninos e felinos podem ter uma boa melhora na condição da pele seborreica. Procure um médico veterinário de sua confiança.
| Paciente canino com quadro de seborréia seca ( falhas de pelos, descamações) |
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terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Informativo Pet da Plínio
Lesões de pele nem sempre são provocadas por fungos. Alergias e doenças parasitárias são mais comuns que as "micoses". Se houver suspeita de doenças provocadas por fungos o exame de cultivo fúngico é indispensável. Além de confirmar a doença ainda mostrará que espécie fúngica está provocando a doença e então permitir que se inicie o tratamento correto. Fungos são microscópicos ( não visíveis a olho nú) e provocam sintomas idênticos aos de outras causas.
Procure um médico veterinário e leve seu animal para realização de consulta e Exames!
terça-feira, 10 de julho de 2012
Cuidados ao Trocar as Rações
As trocas de alimentos para cães e gatos devem ocorrer de forma gradual para que se evitem diarréias e vômitos. Devido a diferentes formulações existentes para cada fase da vida e entre marcas, e a proporções de fibras, gorduras, proteínas, sais minerais entre outros, alguns animais podem precisar de períodos de adaptação do seu organismo.
O ideal é que sejam seguidas as orientações presentes na embalagem do produto. O indicado normalmente é se misturar gradualmente pequenas porções do novo alimento ao antigo. Assim o trato gastrointestinal do cão e do gato irão se "acostumar" a digerir a nova formulação.
É comum animais chegarem ao consultório veterinário com queixas de problemas intestinais devido a troca de ração, mas normalmente estes casos estão ligados a não realização do período da adaptação. Tomando esse cuidado você evita problemas maiores para o seu bichinho. Procure escolher alimentos de qualidade. Rações classificadas como premium e super premium são produzidas com maiores cuidados pelos fabricantes quanto a escolha de ingredientes de alta digestibilidade e também grande valor nutritivo. Assim o seu animal estará se alimentando e se nutrindo. E lembre-se que a máxima "você é o que você come" também pode ser aplicada aos nossos animais de estimação.
Consulte um veterinário e tire suas dúvidas quanto a escolha do melhor alimento para o seu animal.
O ideal é que sejam seguidas as orientações presentes na embalagem do produto. O indicado normalmente é se misturar gradualmente pequenas porções do novo alimento ao antigo. Assim o trato gastrointestinal do cão e do gato irão se "acostumar" a digerir a nova formulação.
É comum animais chegarem ao consultório veterinário com queixas de problemas intestinais devido a troca de ração, mas normalmente estes casos estão ligados a não realização do período da adaptação. Tomando esse cuidado você evita problemas maiores para o seu bichinho. Procure escolher alimentos de qualidade. Rações classificadas como premium e super premium são produzidas com maiores cuidados pelos fabricantes quanto a escolha de ingredientes de alta digestibilidade e também grande valor nutritivo. Assim o seu animal estará se alimentando e se nutrindo. E lembre-se que a máxima "você é o que você come" também pode ser aplicada aos nossos animais de estimação.
Consulte um veterinário e tire suas dúvidas quanto a escolha do melhor alimento para o seu animal.
Tosas de Inverno
Na Pet da Plínio os clientes têm a opção das tosas de inverno, realizadas à máquina ou na tesoura por profissional especializada.
As tosas altas facilitam o cuidado das pelagens no inverno, permitindo que os bichos possam usar roupinhas sem provocar tantos nós e também facilitando a manutenção da higiene.
Uma opção para as épocas de frio é a tosa à maquina usando lâmina alta, que serve para pêlos lisos ou crespos, sendo muito requisitada nas raças Shih Tzu, Lhasa Apso, Yorkshire e Poodle. A pelagem fica com aspecto de pelúcia e os cãezinhos com cara de ursinho! Um charme!
Agende um horário pelo nosso telefone: 51 3328 0111
As tosas altas facilitam o cuidado das pelagens no inverno, permitindo que os bichos possam usar roupinhas sem provocar tantos nós e também facilitando a manutenção da higiene.
Uma opção para as épocas de frio é a tosa à maquina usando lâmina alta, que serve para pêlos lisos ou crespos, sendo muito requisitada nas raças Shih Tzu, Lhasa Apso, Yorkshire e Poodle. A pelagem fica com aspecto de pelúcia e os cãezinhos com cara de ursinho! Um charme!
Agende um horário pelo nosso telefone: 51 3328 0111
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Otite - Prevenção e Cuidados
As otites são motivo de muitos vindas a clínica veterinária. Normalmente os animais apresentam dor e/ou coceira nas orelhas. As causas de otite são diversas. Podem ser infecciosas, parasitárias, e ainda inflamatórias.
Devido ao fato das orelhas serem recobertas por extensões da pele, a inflamação da pele do corpo pode se refletir levando a um quadro de otite. Frente as inflamações, as glândulas ceruminosas respondem produzindo mais secreção. O excesso de secreções no ouvido pode promover o crescimento de bactérias e fungos.
A presença de sarna de ouvido também é comum em animais, principalmente em filhotes, tanto de cão quanto de gatos. São ácaros que se alimentam da secreção ceruminosa, e que ao estarem parasitando o conduto auditivo levam a irrritações da pele, aumento da produção de cera e coceira.
Bactérias e fungos podem ser encontrados em quadros de otite e levar a problemas bastante graves, podendo uma otite externa evoluir para otite média, ou ainda otite interna - além de surdez, risco de lesões aos ossos que formam o ouvido e meningite
Um cuidado importante deve ser tomado quanto a limpeza dos ouvidos nos serviços de banho e tosa e também pelos proprietários. As orelhas devem ser limpas apenas quando se observar acúmulo se sujidades e secreções, sem se utilizar objetos pontiagudos, devendo-se evitar por exemplo uso de pinças com algodão. É recomendado que se limpe o ouvido sem otite com produto adequado para limpeza frequente de forma suave para evitar traumas nas orelhas que também podem levar a inflamações. Nos banhos deve-se ter o cuidado de evitar a entrada de água nas orelhas, para que se evite umidade dentro dos condutos auditivos.
A escolha do produto de limpeza deve ser sempre orientada por veterinários. Alguns produtos que parecem inofensivos, mesmo de linhas terapêuticas podem quando usados de forma inadequada podem levar a otites ou piorar uma condição já existente.
Quando observadas coceira, dor ou mesmo que o animal "balança" muito a cabeça, o veterinário deve ser procurado. A determinação da causa da otite é essencial para que se alcance bons resultados e pode ser determinada através da avaliação clínica e exames laboratoriais.
Devido ao fato das orelhas serem recobertas por extensões da pele, a inflamação da pele do corpo pode se refletir levando a um quadro de otite. Frente as inflamações, as glândulas ceruminosas respondem produzindo mais secreção. O excesso de secreções no ouvido pode promover o crescimento de bactérias e fungos.
A presença de sarna de ouvido também é comum em animais, principalmente em filhotes, tanto de cão quanto de gatos. São ácaros que se alimentam da secreção ceruminosa, e que ao estarem parasitando o conduto auditivo levam a irrritações da pele, aumento da produção de cera e coceira.
Bactérias e fungos podem ser encontrados em quadros de otite e levar a problemas bastante graves, podendo uma otite externa evoluir para otite média, ou ainda otite interna - além de surdez, risco de lesões aos ossos que formam o ouvido e meningite
Um cuidado importante deve ser tomado quanto a limpeza dos ouvidos nos serviços de banho e tosa e também pelos proprietários. As orelhas devem ser limpas apenas quando se observar acúmulo se sujidades e secreções, sem se utilizar objetos pontiagudos, devendo-se evitar por exemplo uso de pinças com algodão. É recomendado que se limpe o ouvido sem otite com produto adequado para limpeza frequente de forma suave para evitar traumas nas orelhas que também podem levar a inflamações. Nos banhos deve-se ter o cuidado de evitar a entrada de água nas orelhas, para que se evite umidade dentro dos condutos auditivos.
A escolha do produto de limpeza deve ser sempre orientada por veterinários. Alguns produtos que parecem inofensivos, mesmo de linhas terapêuticas podem quando usados de forma inadequada podem levar a otites ou piorar uma condição já existente.
Quando observadas coceira, dor ou mesmo que o animal "balança" muito a cabeça, o veterinário deve ser procurado. A determinação da causa da otite é essencial para que se alcance bons resultados e pode ser determinada através da avaliação clínica e exames laboratoriais.
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Sarna Demodécica em Cães
A sarna demodécica, ou demodiciose, é uma doença causada pelo ácaro do gênero Demodex sp.
O Demodex é um ácaro que pode parasitar a pele dos cães, estando mais precisamente no interior do folículo piloso. Dentro do folículo, o ácaro desenvolve e se reproduz. Conforme cresce a população dos parasitos, o folículo piloso passa por lesões que levam a queda do pêlo e produção excessiva de gordura pela glândula sebácea. Além disso o animal acaba se tornando mais suscetível a ocorrência de infecções secundárias. Na fase inicial do quadro de demodiciose o animal não costuma apresentar coceira. Conforme ocorre a progressão é que os sinais de parasitismo se tornam mais evidentes aos proprietários com a perda de pelos, formação de lesões devido ao prurido, aumento de oleosidade da pelagem.
A contaminação dos cães nomalmente se dá até o terceiro dia de vida. A cadela portadora transmite aos seu filhotes a sarna pelo contato direto durante a amamentação. Outros fatores genéticos como as imunodeficiências, ou seja a incapacidade de reagir contra o parasitismo pela sarna, também são relacionados a doença.
Os quadros de sarna demodécica costumam aparecer durante o primeiro ano de vida dos animais. Podem ocorrer de forma localizada ( focos de lesões) ou generalizada (quando grandes áreas do corpo são afetadas). Animais mais velhos estando imunodeprimidos ou sob condições de estresse também podem manifestar a doença de forma mais tardia.
O diagnóstico é realizado através do exame clinico, histórico, e do exame de raspado cutâneo, onde o veterinário coleta material das áreas com alterações da pele. Esse material é examinado em microscópio sendo possível se observar a presença dos ácaros, em formas adultas, jovens e ovos.
O tratamento pode ser realizado com várias classes de medicamentos. Cabe ao veterinário avaliar que tipo de quadro está ocorrendo para definir o melhor protocolo. A duração dos tratamentos é longa, podendo chegar a meses, até que ocorra remissão dos sinais e não se encontre mais o ácaro nos exames de pele.
É muito importante lembrar que a sarna demodécica é uma doença de controle, ou seja, na maioria das vezes os animais apresentam melhora clínica com os tratamentos, mas podem continuar sendo portadores dos àcaros. Atualmente diversos novos tratamentos estão sendo utilizados com eficácia bastante alta.
A melhor maneira de prevenir a disseminação da demodiciose é evitar que animais portadores se reproduzam, visto que os fatores genéticos de imunodeficiência serão herdados por seus filhotes e a cadela irá transmitir aos filhotes os parasitos. Ao adquirir um filhote escolha um canil idôneo, que seja sério e não tenha animais doentes em sua criação.
Caso o seu cão esteja com algum problema de pele consulte um médico veterinário de sua confiança!
O Demodex é um ácaro que pode parasitar a pele dos cães, estando mais precisamente no interior do folículo piloso. Dentro do folículo, o ácaro desenvolve e se reproduz. Conforme cresce a população dos parasitos, o folículo piloso passa por lesões que levam a queda do pêlo e produção excessiva de gordura pela glândula sebácea. Além disso o animal acaba se tornando mais suscetível a ocorrência de infecções secundárias. Na fase inicial do quadro de demodiciose o animal não costuma apresentar coceira. Conforme ocorre a progressão é que os sinais de parasitismo se tornam mais evidentes aos proprietários com a perda de pelos, formação de lesões devido ao prurido, aumento de oleosidade da pelagem.
A contaminação dos cães nomalmente se dá até o terceiro dia de vida. A cadela portadora transmite aos seu filhotes a sarna pelo contato direto durante a amamentação. Outros fatores genéticos como as imunodeficiências, ou seja a incapacidade de reagir contra o parasitismo pela sarna, também são relacionados a doença.
Os quadros de sarna demodécica costumam aparecer durante o primeiro ano de vida dos animais. Podem ocorrer de forma localizada ( focos de lesões) ou generalizada (quando grandes áreas do corpo são afetadas). Animais mais velhos estando imunodeprimidos ou sob condições de estresse também podem manifestar a doença de forma mais tardia.
O diagnóstico é realizado através do exame clinico, histórico, e do exame de raspado cutâneo, onde o veterinário coleta material das áreas com alterações da pele. Esse material é examinado em microscópio sendo possível se observar a presença dos ácaros, em formas adultas, jovens e ovos.
O tratamento pode ser realizado com várias classes de medicamentos. Cabe ao veterinário avaliar que tipo de quadro está ocorrendo para definir o melhor protocolo. A duração dos tratamentos é longa, podendo chegar a meses, até que ocorra remissão dos sinais e não se encontre mais o ácaro nos exames de pele.
É muito importante lembrar que a sarna demodécica é uma doença de controle, ou seja, na maioria das vezes os animais apresentam melhora clínica com os tratamentos, mas podem continuar sendo portadores dos àcaros. Atualmente diversos novos tratamentos estão sendo utilizados com eficácia bastante alta.
A melhor maneira de prevenir a disseminação da demodiciose é evitar que animais portadores se reproduzam, visto que os fatores genéticos de imunodeficiência serão herdados por seus filhotes e a cadela irá transmitir aos filhotes os parasitos. Ao adquirir um filhote escolha um canil idôneo, que seja sério e não tenha animais doentes em sua criação.
Caso o seu cão esteja com algum problema de pele consulte um médico veterinário de sua confiança!
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Dermatologia Veterinária - Porto Alegre, RS: O meu animal está com um fungo?
Dermatologia Veterinária - Porto Alegre, RS: O meu animal está com um fungo?: "- Dra, o meu animal está com um fungo? Essa é uma pergunta muito frequente em consultas de pacientes com problemas de pele. A idéia de doe..."
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